É, e sempre será. Desde que observados princípios básicos, como pertinência, credibilidade e afinidade da pessoa famosa com a marca anunciada. A questão é simples, mais do que dar visibilidade à empresa, a celebridade promove consentimento social. E isso, todo mundo procura: aprovação e reconhecimento. A Nike, por exemplo, começou a sua história de êxito associando à sua marca a atletas famosos.

 Na época em que eu era redator na Etco (depois Etco Ogilvy) e criava para o Magazine Luiza, utilizei esse expediente várias vezes: Alexandre Borges e Giovanna Antonelli anunciaram o magazineluiza.com para a cidade de São Paulo; Cecília Dassi e Bruna Marquezine protagonizaram comerciais para o Dia das Crianças e Renato Aragão estrelou campanhas de Natal. Isso sem falar dos comercias com o Faustão.

Todas as ações foram um sucesso. Sucesso que deve estar sendo repetido hoje com Anderson Silva na promoção Vale Tudo. A escolha foi muito feliz: carismático e vencedor, ele agrega inúmeros atributos positivos para a marca. Além disso, a campanha é boa, criativa. Pré-requisito fundamental, porque só presença de uma personalidade não é garantia de repercussão e sucesso, é preciso contextualizá-la, criar identificação e surpreender o consumidor. Sempre, sempre que possível.

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