Coringa
Coringa

Não dá para falar que ama um homem, se você nunca viu a gargalhada dele. Mas tem que ser gargalhada mesmo, mero sorriso não vale. Tem que ser um riso rasgado, frenético, incontrolável, desses de mostrar todos os dentes.

Só depois de ver um homem rir ruidosamente é que você pode dizer com todas as letras, sem medo de errar, eu te amo, meu Coringa. Antes nunca. Para não correr o risco de ser chamada de mentirosa. Ou precipitada.

E por quê? Simples. Tem homem que gargalha tão feio, mas tão feio que dá vontade de rir junto. De pena.

Em contrapartida, tem homem que gargalha com tanto charme e espontaneidade que desperta um verdadeiro furor feminino. O desejo, nesses casos, deve ser outro: é um querer fazer feliz para sempre.
— Peraí que eu te conto mais uma piada. Sabe aquela do…?
Ou:
— Ria mais, meu lindo, gargalhe à vontade que eu realizo todas as suas vontades… Hahaha.

Por isso, só diga eu te amo depois de ter apreciado o gargalhar masculino. Só quando apreciar um homem rindo à beça é que você pode medir o quanto liga para a felicidade dele. E, principalmente, o quanto ele continua másculo e belo.

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