Ela era cozinheira de mão cheia. Fazia um bobó de camarão divino, um feijão tropeiro espetacular, um salmão assado de comer de joelhos. Mas um dia, provoquei: “Grande coisa! Quero ver fazer chuchu e jiló ficarem bons.” Ela fez, a danada. O nome dela é Eunice e ela é minha mãe.

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