TOP 5 FILMES
Os cinco melhores filmes que vi em 2016

Nesse ano, eu vi pelo menos uns 50 filmes. A grande maioria no Netflix, claro. Taí a minha seleção dos melhores. Sei lá, vai que interessa a alguém…rs.

TOP 5
“A Caça” de Thomas Vinterberg
Uma garota de 5 anos e filha do melhor amigo de Lucas, o ator principal, inventa que foi abusada por ele. Rapaz, é tenso. O cara é um educador ainda por cima. O que você acha que acontece com a reputação dele?

TOP 4
“Clube de compras Dallas” de Jean-Marc Vallée
Matthew McConaughey destrói nesse filme. Que atuação. Ele faz um usuário de drogas heterossexual e homofóbico, que é diagnosticado com aids. À beira da morte, ele corre atrás de medicamentos alternativos e luta contra a indústria farmacêutica. Dá pra ficar puto.

TOP 3
“A Grande Aposta” de Adam McKay
Esse é de 2016, comecinho do ano. Levou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, contando o que levou ao estouro da bolha imobiliária americana em 2005. O filme mostra quatro personagens que conseguem prever a crise, e o meu destaque vai para a personagem de Christian Bale. Excêntrico. É uma narrativa instigante.

TOP 2
“Um Conto Chinês” de Sebastián Borensztein
Imagine um chinês caindo de paraquedas (não literalmente) em Buenos Aires, sem saber nadica de nada da língua local. Pois é. Perdido é pouco. Ainda mais quando o destino o coloca frente à frente de um comerciante ácido e mal-humorado. Esse é o ponto de partida de uma história que se apresenta despretensiosa, mas que é contada com delicadeza. É cinema argentino. É mais um filme que tem o ótimo ator Ricardo Darín. Assista.

TOP 1
“Deus da Carnificina” de Roman Polanski
Foi o meu filme preferido porque tem diálogos explosivos, corrosivos, reveladores. É baseado na peça homônima da francesa Yasmina Reza, e parece uma peça de teatro mesmo. A diferença é que a câmera dita o ritmo da narrativa, produzindo momentos de pura obra-prima cinematográfica. Não tem grandes locações, mudanças de cenários, efeitos especiais. O que tem então? Tem pessoas reais, se debatendo com seus dramas psicológicos, crises de sinceridade, arrependimento, culpas e desculpas. As atuações de Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly são soberbas. Não é um filme que agrada muitos, mas simplesmente me atingiu em cheio.

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