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Raul Otuzi

ideias que inspiram

Campanha Ministério dos Transportes

Olha, eu gosto do filme da campanha. Gosto mesmo. Acho que tem um ponto de virada impactante e coloca o dedo na ferida: negligência mata.

O problema, ao meu ver, são as peças gráficas/mobiliário urbano. Elas causam dúvidas, são esquisitas. A mulher que resgata animais nas ruas pode matar porque está resgatando o animal nas ruas? O melhor aluno da sala pode matar porque pode ter um surto do nada e entrar na escola com uma metralhadora?

É, penso que agência teria que mais cuidado na escolha das personagens e situações e explorar/destacar mais o conceito: “GENTE BOA TAMBÉM PODE MATAR”.

Bem, eles alertaram para a negligência, mas foram negligentes aí. Não foram, não?

10 tendências para o marketing digital em 2017

Fiz uma compilação das principais tendências que tenho lido em diversos sites especializados, blogs de publicidade, empresas de marketing digital, além de publicações estrangeiras. Algumas são óbvias, outras nem tanto. Vale ficar por dentro.

1. Dispositivos Móveis

A consolidação é total. Não tem mais volta. Mais da metade dos acessos de todos os sites do mundo acontecem via dispositivos móveis. Dessa forma, qualquer estratégia de marketing digital precisa estar focada neste perfil de público. O que isso muda? Design responsivo, sites com otimização do tempo de carregamento, fontes maiores, só para começar.

2. Publicidade Nativa

A publicidade nativa (native advertising) dará as cartas. Com o uso crescente de ad blockers (extensões de browser que bloqueiam publicidade), a publicidade nativa é vista é a alternativa mais inteligente para as empresas falarem com o público-alvo. Um anúncio nativo é um anúncio que se harmoniza com o seu ambiente, com as mesmas fontes e cores utilizadas no editorial, parecendo fazer parte do site em que está a ser exibido. Por isso, os ad blockers não conseguem identificá-lo. Ainda.

3. Content Marketing

Content marketing (marketing de conteúdos) significa criar conteúdo atrativo para as pessoas se interessarem pelo seu negócio. Como? Pode ser na forma de conteúdo educacional ou de entretenimento. O objetivo é fornecer informação de valor ao seu público para então conseguir sua atenção, compra e fidelidade. A conclusão é simples: empurrar produtos e serviços a toda a hora não funciona. É necessário transmitir conteúdo às pessoas, para que confiem em nós, para nos estabelecermos como experts e eventualmente vender mais facilmente produtos ou serviços.

4. Inbound Marketing

O marketing de permissão, como também é conhecido, é uma solução inteligente para iniciar o processo de fidelização e vendas em geral. Em vez de ir até o cliente, você cria um ecossistema para que ele venha até você. Isso faz com que as taxas de conversão sejam muito maiores.

5. Realidade Virtual Aumentada

A realidade virtual tem sido um sonho dos entusiastas de tecnologia e de jogos há muitos anos, mas só agora chegamos a avanços sérios que permitem tornar esta tecnologia viável para as massas. Entrámos na era da tecnologia virtual, desde a realidade virtual que se estende aos video-jogos até ao Oculus VR, uma empresa comprada pelo Facebook especializada em realidade virtual.

6. Conteúdo com Data de Validade

Táticas tradicionais de marketing estão dando cada vez menos resultados. A rede disponibiliza uma quantidade de informação tão absurda que para ganhar a atenção do consumidor está bem complicado. Por isso, o conteúdo que desaparece em 24h acabou sendo uma alternativa que deu certo. Uma  certa dose de tensão com ansiedade é gerada já que precisamos assistir tudo hoje! E o melhor nada fica armazenado! O Snapchat veio para ficar, o Instagram copiou e a tendência continua em 2017.

7. Transmissões de Vídeo ao Vivo

Meerkat foi um dos primeiros apps a trabalhar com os vídeos ao vivo, vieram então o famoso Periscope do Twitter, o Facebook Live e agora o Instagram Live. As histórias que ficam no ar por apenas 24 horas já não são suficientes: as transmissões ao vivo são uma nova e ótima maneira de engajar a sua audiência. Confiabilidade e autenticidade são a chave, afinal o conteúdo ao vivo não é editado, nem manipulado. Talvez por isso o Messenger seja mais popular com alguns utilizadores do que o e-mail, por ser instantâneo.

8. O Desafio da Audiência Orgânica

A fórmula era simples: um bom conteúdo atrai likes e seguidores, mas estes tempos simplórios acabaram. Facebook e Instagram acabaram com as timelines cronológicas e agora você tem que sacar o cartão de crédito se quiser aparecer até mesmo para seus seguidores. É uma realidade que poucas empresas estão aceitando. Por quê? muito conteúdo, pouco espaço e muitas empresas lucrando com vendas em mídias sociais. Essa é uma fórmula simplificada que o Face divulga de como o seu algoritmo seleciona as postagens da timeline.

9. Consolidação dos Social Influencers

Influenciadores digitais são os Intagrammers, Youtubers e Bloggers. São as novas celebridades e construíram sua audiência baseados em conteúdo autêntico e de grande proximidade com a realidade da audiência. Em 2017 o uso de influenciadores como meio de atingir o público-alvo continua com força total e o desafio das empresas é saber identificar seus nichos para escolher quem será o melhor porta-voz para a sua marca.

10. As Mídias Sociais na Construção de uma Economia de Confiança

O Uber nos permite dar notas aos motoristas e aos motoristas nos avaliar. Um ótimo atendimento e o motorista cresce no plano de carreira. Beba demais, incomode o motorista volte para casa a pé da próxima vez. Somos a geração Uber, AirBnb e Facebook. Compartilhamos opiniões, reclamações e elogios e nossos negócios tem que ter a transparência como princípio norteador. Em 2017 aposte nisso.

Principais fontes:
goo.gl/aHZJs7
goo.gl/pWThq7
goo.gl/5nzCTP

6 tendências visuais para 2017, by Getty Images

Todo ano, o banco de imagens Getty Images faz um apanhado geral das tendências visuais que devem ditar a fotografia, a publicidade e propaganda, a estética e o design nos próximos 12 meses. É uma ampla pesquisa realizada com base em mais de um bilhão de buscas de usuários em 2016. Aí estão:

1. VirtualidadevirtualidadeA virtualidade nasce da nossa fome voraz por conteúdo instantâneo em primeira pessoa. É uma tendência inspirada nas histórias contadas no Instagram e no Snapchat. É colocar o público na imagem. Não estamos simplesmente vendo, mas experimentando uma sensação visual que nos envolve totalmente.

2. Explosão de Coresexplosa%cc%83o-de-coresDepois de um período de popularidade dos tons pastéis e dos filtros vintage, os tons ousados estão de volta. Seja de uma cor só, estranhas ou lindamente complementares. É uma tendência que fornece novos elementos para os criadores se libertarem das paletas de cores convencionais.

3. Sem filtrosem-filtroÉ uma tendência baseada na estética do documentário. As marcas adotam uma linguagem de fotojornalismo para contar as histórias. É uma ideia de autenticidade, de celebrar a vida como ela é, sem grandes produções.

4. Audácia femininaaudacia-femininaA proposta aqui é mostrar mais o que as mulheres podem fazer do que a sua aparência sedutora. Por isso, as imagens trazem mulheres fortes, lutadoras, corajosas, ferozes e implacáveis. Todas verdadeiras guerreiras.

5. Vizinhança Globalvizinhanc%cc%a7a-globalCom a globalização e a imigração crescendo em todo o mundo, veremos um aumento de imagens que promovem a diversidade e as representações de todo tipo de identidade. É uma tendência que tem a ver com aquilo em que acreditamos e não mais onde estamos.

6. IngenuidadeingenuidadeOs Millennials rejeitam a estética elegante, cuidadinha. Ingenuidade é uma tendência que expões visuais espontâneos e brincalhões, às vezes até desconfortáveis. É uma abordagem mais natural, divertida e solta. São imagens brutas e reais que nos fazem sorrir.

O relatório completo da Getty Images se chama Creative in Focus, veja aqui a info completa: goo.gl/voeVaD

APELOU, GANHOU (ou quanto mais polêmica, melhor)

Havia uma frase recorrente usada em minha turma de amigos: “apelou, perdeu a razão.” Era uma maneira de tentar evitar explosões de mágoas e encerrar discussões diante de nossas brincadeiras (algumas de gosto duvidoso sim, diga-se de passagem).

Hoje, com as redes sociais, as opiniões polarizadas e os ânimos exacerbados, essa frase está perdendo o sentido. A regra, principalmente para quem quer ganhar holofotes, é apelar à vontade. Porque quem apela ganha visibilidade. Então, a ordem é gerar polêmica. Seja para marcas, artistas ou pessoas.

Veja o caso da Alezzia, a empresa de móveis acusada de machista, que apelou para uma promoção prometendo cadeiras de rodas para a ACCD se fosse bem avaliada no facebook. Veja o caso do clipe de Clarice Falcão, que utilizou corpos nus em seu videoclipe.

Como temos grupos de pensamentos contrários e um aparato bem montado de patrulha ideológica, qualquer movimento mais brusco provoca uma onda de ataques enviesados, de lado a lado.

São feministas X machistas, esquerda X direita, veganos X carnívoros, ateus X religiosos, conservadores X progressistas, ilusionistas X realistas, opressores X libertários e por aí vai.

É, meus amigos, quem apela… ganha. Ganha publicidade gratuita, ganha luzes, vira trending topic. E se é para ganhar fama, vale tudo. Vale inclusive dançar homem com homem e mulher com mulher (tô fazendo referência à música do Tim, hein, nada contra, peloamor).

Ah, e vale mais, vale até lançar a chocofritas, a batata frita com cobertura de ovomaltine. Gosto duvidoso? Imagina. É só pra criar uma polemicazinha… hehe.

Pizza de Dois Queijos com Bacon & Berinjela com Muçarela

A base foi massa caseira com molho de tomate.

De um lado: provolone, gorgonzola e bacon.

Do outro lado: berinjela aos cubos assada com especiarias, tomate cereja, folhas de manjericão e muçarela ralada.

Regue com um fio de azeite extra-virgem. Sirva com cerveja gelada.

Não seja refém do facebook

Você não precisa consultar a sua página de minuto em minuto. Não precisa atualizá-la toda hora. Nem todo dia. Você não será uma pessoa melhor ou pior pela quantidade de likes que seu post tem. Também não precisa se tornar um compulsivo, checando quantos compartilhamentos sua mensagem gerou. Alguns comentários são negativos? Ótimo. Separe os que têm opinião contrária, mas que são relevantes e tente aprender algo com eles. Os que simplesmente vociferam contra você, sem um mínimo de bom senso, delete-os. Ao menos da sua mente. Tem gente que só quer ser do contra e causar para aparecer. Não dê IBOPE para eles.

E não chegue em casa ou no restaurante ou no boteco da esquina ou na faculdade e fique com o celular sempre à mão. Deixe o wi-fi em paz. Não vire um corcunda, com a cabeça sempre baixa, um ermitão tecnológico, alheio às pessoas, cores, luzes e sons do ambiente. Tem tanta coisa boa para ser sentida e absorvida de verdade!

Não tire fotos de tudo. Não exiba sua vida como se fosse uma subcelebridade carente precisando de holofotes. Quer se expressar? Muito bom. Mas não faça disso o que há de mais importante na face da Terra. Aproveite o vento na cara. Olhe nos olhos das pessoas. Tem gente que ainda gosta disso, sabia? Aliás, tem gente que precisa disso. Calor humano.

Ah! E, principalmente, não deixe que a sua timeline seja a sua principal fonte de contato com o mundo. Não receba as notícias, atualizações e conteúdo de forma passiva. Seja o próprio curador do que lhe interessa. Busque as informações de acordo com suas aspirações e motivações. Não consuma apenas o que cai em seu colo, na ponta de seus dedos. Isso é tão cômodo e tão pobre!

Que o facebook tem um montão de coisa bacana ninguém duvida. Entretanto do jeito que está sendo usado, com tanto exagero, está passando como um trator por cima de nosso dia a dia. Por isso tome as rédeas dos acontecimentos, não deixe que eles rolem simplesmente pela sua tela, faça parte. Largue o vício. Use o facebook com parcimônia.

Se eu consigo fazer tudo isso? Bem, estou a caminho. Consciente e tentando bonito. A minha vida, minha inteligência e meus cães têm agradecido. Muito.

Cenas de um casal publicitário: ou qualquer outros nas galáxias

Meu primeiro romance retrata o relacionamento conturbado, mas bem-humorado entre Lauro e Lidiane. Ele, redator, 28 anos. Ela, diretora de arte, 25. Namorados desde a faculdade, eles são bem diferentes. Ambiciosa e com personalidade forte, ela sonha em ganhar Cannes, o festival publicitário mais famoso do mundo. Imaturo e preguiçoso, ele não sabe direito o que quer. De família rica, oscila entre a publicidade, a música e a poesia.

Quem trabalha ou trabalhou em agência vai rir, chorar e se emocionar. E quem não trabalhou vai encontrar uma história de opostos que se atraem muito além do clichê.

TOP 5 – os melhores filmes que vi em 2016

TOP 5 FILMES
Os cinco melhores filmes que vi em 2016

Nesse ano, eu vi pelo menos uns 50 filmes. A grande maioria no Netflix, claro. Taí a minha seleção dos melhores. Sei lá, vai que interessa a alguém…rs.

TOP 5
“A Caça” de Thomas Vinterberg
Uma garota de 5 anos e filha do melhor amigo de Lucas, o ator principal, inventa que foi abusada por ele. Rapaz, é tenso. O cara é um educador ainda por cima. O que você acha que acontece com a reputação dele?

TOP 4
“Clube de compras Dallas” de Jean-Marc Vallée
Matthew McConaughey destrói nesse filme. Que atuação. Ele faz um usuário de drogas heterossexual e homofóbico, que é diagnosticado com aids. À beira da morte, ele corre atrás de medicamentos alternativos e luta contra a indústria farmacêutica. Dá pra ficar puto.

TOP 3
“A Grande Aposta” de Adam McKay
Esse é de 2016, comecinho do ano. Levou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, contando o que levou ao estouro da bolha imobiliária americana em 2005. O filme mostra quatro personagens que conseguem prever a crise, e o meu destaque vai para a personagem de Christian Bale. Excêntrico. É uma narrativa instigante.

TOP 2
“Um Conto Chinês” de Sebastián Borensztein
Imagine um chinês caindo de paraquedas (não literalmente) em Buenos Aires, sem saber nadica de nada da língua local. Pois é. Perdido é pouco. Ainda mais quando o destino o coloca frente à frente de um comerciante ácido e mal-humorado. Esse é o ponto de partida de uma história que se apresenta despretensiosa, mas que é contada com delicadeza. É cinema argentino. É mais um filme que tem o ótimo ator Ricardo Darín. Assista.

TOP 1
“Deus da Carnificina” de Roman Polanski
Foi o meu filme preferido porque tem diálogos explosivos, corrosivos, reveladores. É baseado na peça homônima da francesa Yasmina Reza, e parece uma peça de teatro mesmo. A diferença é que a câmera dita o ritmo da narrativa, produzindo momentos de pura obra-prima cinematográfica. Não tem grandes locações, mudanças de cenários, efeitos especiais. O que tem então? Tem pessoas reais, se debatendo com seus dramas psicológicos, crises de sinceridade, arrependimento, culpas e desculpas. As atuações de Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly são soberbas. Não é um filme que agrada muitos, mas simplesmente me atingiu em cheio.

TOP 5 – os melhores livros que li em 2016

TOP 5 LIVROS
Os cinco melhores livros que li em 2016

TOP 5
“1Q84” DE HARUKI MURAKAMI
É uma trilogia, do badalado escritor japonês Haruki Murakami.
O autor lança mão de mundos paralelos, grupos religiosos e seres fantásticos para criar um clima de suspense, que fisga o leitor. Os parágrafos curtos, as metáforas inteligentes e as citações bem colocadas de outros autores ajudam a devorar as mais de 1.200 páginas. O desfecho, porém, deixa a desejar. Se vale a leitura? Vale. Mas vale pela viagem, não pelo destino.

TOP 4
“A VIDA PRIVADA DAS ÁRVORES” DE ALEJANDRO ZAMBRA
O segundo livro do escritor chileno é um exercício de imaginação provocado pelo ato de esperar. É um romance curto, que vale pela delicadeza, simplicidade e pela mensagem: “ninguém consegue viver sem exagerar um pouco”.

TOP3
“SENHOR DAS MOSCAS” DE WiLLIAM GOLDING
Considerado um dos romances obrigatórios da literatura mundial, possui uma narrativa viva, que flui e eletriza, o enredo expõe medos, fragilidades e deixa uma pergunta seca no ar: até que ponto o poder corrompe a inocência?A resposta talvez esteja nessa frase da Wikipedia: “Senhor das Moscas representa o mal escondido no coração de todos nós.” Resumindo: leia.

TOP2
“A VISITA CRUEL DO TEMPO” DE JENNIFER EGAN
Inicialmente o livro me chamou a atenção pelo título. Verdadeiro e poético. Depois, meu interesse aumentou quando vi que tinha levado o Prêmio Pulitzer de 2011. Se você gosta de histórias contadas do modo convencional, com protagonistas, começo, meio e fim, então vai estranhar o livro. Mas é um estranhamento bom, que apresenta um jeito novo de narrar, uma espécie de caleidoscópio da vida, com recortes, memórias e vozes distintas. Todos nós, mais ou menos no mesmo plano. Perca um tempo e leia. Ou ganhe. Você só vai saber, lendo.

TOP1
“O FILHO ETERNO” DE CRISTOVÃO TEZZA
Um livro autobiográfico, que delata a relação do autor com o seu filho que possui síndrome de Down. Escrita em terceira pessoa, a história é reveladora, angustiante, crua. Cristovão Tezza não mede as palavras para descrever sua decepção e vergonha com o nascimento de um filho com deficiência. Com extrema transparência e (in) sensibilidade, Tezza costura os sentimentos que experimenta e as situações vividas. Expõe suas fraquezas e mesquinharias com lente de aumento. Sim, não tenho dúvidas, escrever em terceira pessoa foi a alforria que o autor precisava para tanta sinceridade, foi o que possibilitou o distanciamento para se enxergar sem maquiagem.“Ele pensa em Nietzche e no horror da misericórdia, a humilhação como valor, a humildade como causa, a miséria como grandeza. Pois o seu filho, confirmada a tragédia, nem mesmo a esse ponto (ele olha em torno) chegará, porque não terá cérebro suficiente para inventar um deus que o ampare e não terá linguagem para pedir um favor.”
É um livro cativante. Obrigatório. Não é à toa que ganhou inúmeros prêmios. Não é à toa que sou fã de Tezza.

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